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Restaurações e montagens de equipamentos valvulados.
26 fevereiro 2026
NDR - Para viver mais, pratique vários tipos de exercícios, e não muito de um só
Ainda às voltas com a dúvida acerca de qual tipo de exercício físico será melhor para você?
Pois saiba que praticar regularmente uma variedade de atividades físicas pode ser a melhor estratégia para prolongar a vida. Contudo, as associações não são lineares, o que significa que não adianta se estressar para tentar fazer exercícios demais.
Ainda às voltas com a dúvida acerca de qual tipo de exercício físico será melhor para você?
Pois saiba que praticar regularmente uma variedade de atividades físicas pode ser a melhor estratégia para prolongar a vida. Contudo, as associações não são lineares, o que significa que não adianta se estressar para tentar fazer exercícios demais.
ão duas descobertas fundamentais: (1) A variedade de exercícios, em contraposição a simplesmente fazer sempre o mesmo exercício, está ligada a um menor risco de morte, independentemente da quantidade total. (2) Um estilo de vida ativo continua sendo importante por si só.
E são conclusões muito bem embasadas: Os dados foram baseados em dois grandes estudos de coorte com avaliações repetidas de atividade física ao longo de mais de 30 anos: o Estudo de Saúde das Enfermeiras (121.700 participantes do sexo feminino) e o Estudo de Acompanhamento de Profissionais de Saúde (51.529 participantes do sexo masculino). Os participantes de ambos os grupos relataram suas características pessoais, histórico médico e informações sobre estilo de vida no momento da inscrição e, posteriormente, a cada dois anos.
As informações coletadas incluíram treinamento com pesos ou exercícios de resistência; exercícios de baixa intensidade, como ioga, alongamento e tonificação; outras atividades vigorosas, como cortar a grama; trabalho ao ar livre de intensidade moderada, como manutenção e jardinagem; trabalho ao ar livre de alta intensidade, como cavar e cortar; e lances de escada usados diariamente.
Não precisar exagerar
Os participantes com níveis mais elevados de atividade física total apresentaram menor probabilidade de ter fatores de risco para a saúde, incluindo tabagismo, hipertensão e colesterol alto. Também apresentaram maior probabilidade de ter menor peso (IMC mais baixo), consumir álcool, ter uma alimentação saudável, ser mais integrados socialmente e, claro, praticar uma gama de atividades físicas, e não apenas uma.
A atividade física total e a maioria dos tipos individuais de atividade física, com exceção da natação, foram associadas a um menor risco de morte por qualquer causa. No entanto, as associações não foram lineares e, para a atividade física total, estabilizaram-se após atingir 20 horas semanais, sugerindo que pode haver um limiar ideal, afirmam os pesquisadores.
Caminhar foi associado ao menor risco de morte, de 17%, para aqueles que caminhavam mais, em comparação com aqueles que caminhavam menos, enquanto subir escadas foi associado a um risco 10% menor.
As associações observadas para os outros tipos de atividade física (menos vs. mais) foram as seguintes: Tênis, squash ou raquetebol: risco 15% menor; remo ou calistenia: risco 14% menor; musculação ou exercícios de resistência: risco 13% menor; corrida: risco 13% menor; caminhada: risco 11% menor; e ciclismo: risco 4% menor.
Contudo, o troféu vai para uma maior variedade de atividades físicas, que foi associada a um menor risco de morte. Após ajuste para a quantidade, a prática da mais ampla gama de atividades físicas foi associada a uma redução de 19% no risco de morte por todas as causas e a uma redução de 13% a 41% no risco de morte por doenças cardiovasculares, câncer, doenças respiratórias e outras causas.
Fonte: Diário da Saúde - www.diariodasaude.com.br
URL: https://www.diariodasaude.com.br/news.php?article=pratique-varios-tipos-exercicios&id=17171&nl=nlds
NDR - LUZ NATURAL - Exposição à luz natural melhora saúde metabólica e diabetes
Exposição à luz natural melhora saúde metabólica e diabetes
Um ensaio clínico feito com pacientes portadores de diabetes tipo 2 mostrou que a exposição à luz natural resulta em níveis de glicose no sangue mais estáveis, além de produzir uma melhora geral no perfil metabólico.
Assim como em todos os seres vivos, os processos fisiológicos humanos estão sujeitos à influência do ritmo circadiano, ou relógio biológico, regido pela alternância entre o dia e a noite. Esse mecanismo é controlado por um relógio central no cérebro, que sincroniza relógios especializados em órgãos periféricos, como o fígado e os músculos esqueléticos.
"Já se sabe há vários anos que a perturbação dos ritmos circadianos desempenha um papel importante no desenvolvimento de distúrbios metabólicos que afetam uma proporção crescente da população ocidental," observa Charna Dibner, da Universidade de Genebra (Suíça).
O que os pesquisadores queriam confirmar era se a luz natural é mesmo mais eficiente em regular nosso relógio biológico do que a luz artificial, já que hoje passamos quase 90% do nosso tempo em ambientes fechados, com uma exposição muito limitada à luz natural.
Relógios corporais
A equipe de pesquisa recrutou 13 voluntários com 65 anos ou mais, todos com diabetes tipo 2. Eles passaram 4,5 dias em espaços especialmente projetados na Universidade de Maastricht (Países Baixos), iluminados com luz natural através de grandes janelas ou com luz artificial. Após um intervalo de pelo menos quatro semanas, todos retornaram para uma segunda sessão, desta vez no outro ambiente de iluminação.
"Este modelo experimental nos permitiu examinar as mesmas pessoas em ambas as condições, o que limita a variabilidade individual nos nossos resultados," explicou Joris Hoeks. "Para além da fonte de luz, todos os outros parâmetros de estilo de vida - refeições, sono, atividade física, tempo de tela etc. - foram mantidos estritamente idênticos."
Os resultados mostraram que, mesmo durante o curto período do experimento, foi observado um impacto significativo: Nas pessoas expostas à luz natural, os níveis de glicose no sangue permaneceram dentro da faixa normal por mais horas por dia, com menor variabilidade. "São dois elementos importantes que indicam que nossos voluntários com diabetes conseguiram controlar melhor seus níveis de açúcar," afirmou Patrick Schrauwen, membro da equipe. "Além disso, o nível de melatonina estava um pouco mais alto à noite, e o metabolismo oxidativo da gordura também apresentou melhora."
Os cientistas também coletaram amostras de sangue e músculo dos voluntários antes, durante e após cada tratamento com luz. "Analisamos a regulação dos relógios moleculares em células musculares esqueléticas cultivadas, juntamente com lipídios, metabólitos e transcrições gênicas no sangue. Em conjunto, os resultados mostram claramente que o relógio biológico e o metabolismo são influenciados pela luz natural. Isso pode explicar a melhora na regulação da glicemia e a melhor coordenação entre o relógio central no cérebro e os relógios nos órgãos," concluiu Dibner.
Fonte: Diário da Saúde - www.diariodasaude.com.br
URL: https://www.diariodasaude.com.br/news.php?article=luz-natural-diabetes&id=17137&nl=nlds
14 janeiro 2026
USP desenvolve bateria funcional de nióbio de 3 volts
Ferramenta está em fase de testes industriais
A Universidade de São Paulo (USP) desenvolveu uma bateria funcional de nióbio, que atinge 3 volts, é recarregável, funciona em ambientes reais – fora das condições ideais de laboratório – e já está em fase de testes industriais. 

De acordo com o Instituto de Física de São Carlos, da USP, o desenvolvimento da bateria começou há dez anos, pelo professor Frank Crespilho, do Instituto de Química de São Carlos (IQSC/USP), líder do Grupo de Bioeletroquímica e Interfaces da USP e pesquisador do Instituto Nacional de Eletrônica Orgânica e Sustentabilidade (INCT), sediado no Instituto de Física de São Carlos (IFSC/USP).
O pesquisador conseguiu resolver o principal obstáculo para a construção de uma bateria de nióbio, que é a degradação do metal em ambientes eletroquímicos convencionais, especialmente na presença de água e oxigênio. Ele descobriu como controlar o ambiente químico para estabilizar o nióbio.
“Eu já sabia que a natureza resolvia esse problema há bilhões de anos”, destaca Crespilho. “Em sistemas biológicos, como enzimas e metaloproteínas, metais altamente reativos mudam de estado eletrônico o tempo todo sem se degradar, porque operam dentro de ambientes químicos muito bem controlados”.
O pesquisador explica que o grupo criou uma caixa de proteção inteligente para o nióbio. "Essa caixa é o NB-RAM [Niobium Redox Active Medium]. Dentro dela, o interruptor [nióbio] pode mudar de nível várias vezes, de forma controlada, sem se degradar. É exatamente isso que os sistemas biológicos fazem, e foi isso que adaptamos para a bateria de nióbio”.
Grande parte do avanço da bateria de nióbio é resultado do trabalho conduzido pela pesquisadora da USP Luana Italiano, que dedicou dois anos ao refinamento do sistema até alcançar estabilidade e reprodutibilidade. O processo envolveu dezenas de versões experimentais, com ajustes sucessivos no ambiente químico e nos mecanismos de proteção do material ativo.
“Não bastava fazer a bateria funcionar uma única vez. Ao longo de dois anos de trabalho no projeto, nosso foco foi garantir estabilidade, repetibilidade e controle fino dos parâmetros”, ressalta Luana.
De acordo com a pesquisadora, o principal desafio foi encontrar o equilíbrio entre proteger o sistema e manter seu desempenho elétrico. “Se você protege demais, a bateria não entrega energia. Se protege de menos, ela se degrada”.
Como resultado, o sistema passou a funcionar de forma estável não apenas em condições de laboratório, mas também em arquiteturas próximas das utilizadas pela indústria. “É um sistema que já funciona em formatos reais”, diz a pesquisadora.
A tecnologia, que já tem um protótipo funcional, teve sua patente depositada pela USP. A bateria de nióbio desenvolvida alcançou 3 volts, faixa de tensão da maioria das baterias comerciais atuais.
A bateria já foi testada em formatos industriais padrão, como células tipo coin (moeda) e pouch (laminadas flexíveis), em parceria com o pesquisador Hudson Zanin, da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). Nesses sistemas, a bateria foi carregada e descarregada diversas vezes, demonstrando a prova de conceito em ambientes controlados.
Segundo Crespilho, para avançar para a fase final do desenvolvimento da bateria será necessário a criação de um centro multimodal de pesquisa e inovação, envolvendo governos estadual e federal, universidades e startups de base tecnológica.
“A bateria de nióbio desenvolvida na USP mostra que o Brasil não precisa apenas exportar recursos, mas pode liderar tecnologias; desde que a ciência seja tratada como prioridade nacional”, disse.
FONTE: Agência Brasil
07 janeiro 2026
MILAGRES ELETRÔNICOS NO FUTURO
Para nos contar como é a vida "moderna" em 2005. "Certamente", ela respondeu, "terei prazer em mostrar-lhes a casa e responder a quaisquer perguntas que vocês tenham." "Bem, para começar, quando chegamos à porta da frente, não batemos, mas você nos convidou a entrar." "É simples", ela respondeu, "quando vocês se aproximaram da porta da frente, um dispositivo eletrônico de detecção registrou a presença de vocês e emitiu um sinal na cozinha. Eu simplesmente liguei um comunicador de televisão bidirecional para ver e falar com vocês. Quando os convidei a entrar, um dispositivo eletrônico de codificação liberou uma fechadura elétrica e abriu a porta." - "Então, quando entramos, as luzes do cômodo acenderam automaticamente. Também notamos uma leve sensação de formigamento ao entrarmos no cômodo." Ela sorriu. "Todas as luzes dos nossos quartos são controladas por outro dispositivo eletrônico, semelhante a uma campainha eletrônica. Ele funciona em conjunto com um sensor de luz. As luzes acendem automaticamente quando alguém entra em um quarto à noite ou quando há pouca luz externa. As luzes se apagam automaticamente quando a última pessoa sai do quarto. E o formigamento…"
Jornais e livros são recebidos e gravados em fitas de maneira semelhante. "E quanto aos telefones?" "Eles não são como vocês os conhecem. Temos comunicadores de televisão bidirecionais por toda a casa. Posso observar as crianças na sala de jogos, ver visitantes na porta da frente ou dos fundos, ou falar com meu marido em sua oficina, não importa em qual cômodo eu esteja. Para comunicação pessoal, usamos nossos comunicadores de televisão bidirecionais." Ela nos entrega um pequeno objeto, algo parecido com uma cigarreira moderna e com formato semelhante. De um lado, há uma tela plana e sem brilho. Em uma das bordas, há uma série de botões e pequenos controles, maiores que... "O telecomunicador que você tem em mãos é uma combinação de receptor de televisão, comunicador bidirecional e gravador de bolso. É completamente independente e usa uma bateria atômica de longa duração. Com ele, você pode se comunicar com qualquer pessoa no mundo que possua um aparelho similar e que seja assinante do serviço. Você pode assistir a programas de televisão locais em cores e gravar conversas. Ele substitui um telefone, um rádio portátil e um caderno." Devolvemos o telecomunicador à nossa anfitriã e olhamos ao redor. Este quarto parece muito agradável, vocês têm ar condicionado? "Sim", ela responde, "a casa inteira tem ar condicionado, com a temperatura e a umidade mantidas em equilíbrio perfeito por controles eletrônicos automáticos. Podemos alterar a temperatura em qualquer cômodo girando um botão, independentemente da temperatura em outras partes da casa. Por exemplo, meu marido mantém sua oficina um pouco mais fresca do que a sala de estar, porque ele trabalha mais fisicamente lá. Detergentes eletrônicos removem poeira e lâmpadas ultravioleta matam germes no ar que circula pela casa, de modo que raramente preciso limpar. Claro que, mesmo com uma casa com ar condicionado, às vezes gostamos de abrir as janelas. Elas também são controladas automaticamente. Se um vento forte se formar, uma gota de chuva cair ou a temperatura externa cair abaixo de um nível confortável, as janelas são fechadas automaticamente. Persianas automáticas se ajustam para impedir que a luz solar intensa entre diretamente na casa." "E a sua cozinha?", perguntamos. "Claro", ela responde, "veio com o mesmo". Ela nos conduz a uma sala tão bem decorada e colorida quanto a sala de estar. Os eletrodomésticos habituais, no entanto, não estão à mostra. "Aqui está o fogão", diz ela, apontando para um pequeno armário. A comida é aquecida no forno por ondas de rádio de alta frequência. Para cozinhar e resfriar a superfície, nós…